A incorporação de sistemas de computador como uma ferramenta para aspectos particulares, comerciais, educacionais, governamentais e outras da vida moderna tem melhorado a produtividade e a eficiência de pessoas e entidades. Da mesma forma, a introdução de computadores como uma ferramenta criminal aumentou a capacidade dos criminosos para realizar, ocultar ou auxiliar a atividade ilegal ou antiética.
Em particular, o surto de aptidão técnica, juntamente com o anonimato, parece encorajar crimes utilizando sistemas de computador, pois há pouca chance de ser perseguido e encontrado. Estes “cybercrimes” não são necessariamente novos crimes, mas sim crimes clássicos explorando o poder de computação e o acesso à informação.
Para capturar e processar os criminosos envolvidos com crimes digitais, os investigadores devem empregar procedimentos forenses coerentes e bem definidos. Este livro pretende apresentar as principais certificações para a formação de novos profissionais, além de auxiliar com as leis processuais mais utilizadas no mercado, com uma mistura de estudos de caso voltados para coleta e análise de dados tanto inloco como em rede.
Introdução
1. Certificação em Perícia Forense Computacional
1.1. Certificação Informativa do Investidor Forense
1.2. Certificação Hacker de Investigador Forense
1.3. Associação de Certificação para Examinadores de Fraudes
1.4. Associação Internacional de Investigação de Crimes de Alta Tecnologia
1.5. ICCYBER
2. Perito Forense Computacional
2.1. Perfil profissional
2.2. Pré-requisitos legais para atuação do perito forense computacional
2.3. Campo de atuação pericial dos profissionais de computação forense
2.4. Legislação aplicada ao perito na esfera cível e trabalhista
2.5. Legislação aplicada ao perito na esfera criminal (de acordo com as modificações no CPP em junho de 2008)
2.6. Ata Notarial
3. Desenvolvimento de um Laudo Forense Computacional
3.1. Laudo pericial, seu propósito e o objeto da perícia forense computacional
3.2. Produção da perícia
3.3. Escrevendo um laudo pericial
3.4. O que não devemos escrever em um laudo pericial
3.5. Procedimentos técnicos que não devemos e nem podemos nos esquecer de fazer durante uma perícia
3.6. Descrevendo um minicurrículo
3.7. Computador como objeto da perícia
4. Investigação
4.1. Por onde começar uma investigação
4.2. Do que se trata a investigação
4.3. Kit Forense
4.4. Ações de perícia
4.5. Uso de fotografias na perícia
5. Ferramentas de Perícia Forense Computacional
5.1. Helix (e-fense)
5.2. EnCase
5.3. Forense Digital Toolkit (FDTK) – UbuntuBr
5.4. CallerIP
5.5. Recover My Files
5.6. EmailTrackerPro
5.7. FTK Imager (http://www.accessdata.com)
5.8. Registry Monitor
5.9. GetDataBack
5.10. Análise em linha de comando
5.10.1. Date
5.10.2. Time
5.10.3. Autoruns
5.10.4. Cipher
5.10.5. Pslist
6. Estudo de Casos
6.1. Caso 1 – Tráfego suspeito
6.2. Caso 2 – Vazamento de informação
6.3. Caso 3 – Busca e sanitização de dados
7. Cuidados Antes da Realização de uma Perícia
7.1. Vestígios
7.2. Indícios
7.3. Evidência
7.4. Criminalística
7.5. Criminologia
7.6. Preservação
7.7. Prova
Considerações Finais
Referências Bibliográficas
Anexo A. O Valor Probatório do Documento Eletrônico
Anexo B. A Perícia Forense e a Questão dos Documentos Eletrônicos no Processo Civil Brasileiro
